
Entrando pela Central de Portais…Abrindo o portal…
Selecione as marcas da sua unidade. O portal inteiro passa a mostrar só elas. Dá para mudar depois no botão Minhas marcas.
A central sempre vê tudo. O licenciado só vê na Operação as marcas que estiverem liberadas aqui — vale para a rede inteira e muda na hora, sem precisar publicar nada.
Procure primeiro na base da rede: o mesmo insumo costuma já estar cadastrado em outra marca. Só crie um novo se ele realmente não existir.
O mesmo insumo cadastrado duas vezes vira um só. As receitas, as embalagens e as marcas do registro descartado passam para o que você escolher manter. O que sai da base não volta — publique só depois de conferir.
O time de expansão preenche o que já tem. O licenciado confere e completa o que faltar quando entrar.
Marque o que a unidade contratou e o que já está no ar. A data de ativação é o que mostra há quanto tempo ela trabalha com cada marca.
Anote a tentativa de falar com a unidade.
Envie o convite por e-mail, com a marca da Multi Kitchen, ou gere um link para mandar pelo WhatsApp. Nos dois casos ele cria a própria senha — ninguém mais fica sabendo a senha dele.
O link vale 7 dias e pode ser aberto mais de uma vez. Se vencer, gere outro aqui ou peça para usar Esqueci minha senha na tela de entrada.
Antes de comprar insumo e produzir receita, a cozinha precisa destes equipamentos. A lista muda conforme as marcas — o mesmo equipamento pode servir para várias. O preço é uma média de mercado, só para você se organizar, e a sugestão de onde comprar é um ponto de partida.
Tudo o que você compra do fornecedor. A coluna Referência da rede é a média que a Multi Kitchen acompanha no mercado, só para você se situar. O que entra na conta do preço de venda é o seu preço, na última coluna. Clique na foto para ver, ampliado, exatamente qual produto comprar.
| Insumo | Compra por | Estoque mínimo | Referência da redemédia de mercado | Meu preço de compra |
|---|---|---|---|---|
| Investimento estimado da compra | R$ 0,00 | |||
Onde o insumo vira receita pronta: molho branco, molho sugo, arroz, empanados, massas cozidas. Cada receita tem as quantidades de insumo e um rendimento — e é desse rendimento que o passo 3 recorta as porções.
Depois de pronta, a receita é recortada em porções de tamanho fixo — molho branco, porção padrão, 200 g. É a porção que entra na montagem do produto, e o custo dela sai direto do rendimento da receita.
| Receita de origem | Nome da porção | Quantidade | Unidade | A receita rende | Custo da porção |
|---|
O custo da porção é o custo total da receita dividido pelo rendimento e multiplicado pela quantidade da porção. Se algum insumo estiver sem preço no passo 1, a linha avisa.
O produto que vai ao cardápio. Cada linha puxa uma porção do passo 3, uma receita por peso, ou direto um insumo do passo 1 quando não precisa de preparo. O custo real do produto sai daqui.
O fim do caminho: tudo o que foi montado vira cardápio, com o custo de cada produto e o preço sugerido pela central em cada canal de venda. Embaixo, monte os combos.
Esta marca não tem produção: o prato chega pronto e congelado do fabricante parceiro. Aqui estão todos os pratos da marca — o que vai em cada um, quais você tem no freezer agora, quanto cada um custa na sua loja e por quanto vender. Compras, frete e estoque ficam no passo 5.
Não tem receita nem porção: o produto do catálogo é o prato. O que a cozinha precisa saber é como regenerar, como embalar e quanto tempo vale depois que sai do freezer — em cada um dos dois jeitos de vender.
Fecha o ciclo: preço de tabela → frete diluído → embalagens → custo do prato → preço de venda. O mesmo cálculo de CMV das outras marcas; o que muda é que aqui as embalagens entram linha a linha, e dá para acrescentar outras — a sacola, a etiqueta, o gelo.
Três coisas, nesta ordem: o que tem no freezer hoje, como fazer o pedido ao parceiro e os pedidos que você já fez — com o frete de cada um, que vira o frete diluído do catálogo e da precificação.
O caminho da assinatura até a cozinha rodando.
Toda a rede em um lugar. Clique numa unidade para abrir a ficha dela: cadastro, quem tem acesso, os dados enviados ao iFood, o histórico de reuniões e, em breve, o financeiro.
Esta aba é da licenciadora. Você acompanha a sua unidade nas abas Implantação e Sucesso da Unidade.
Uma reunião por mês com o consultor, e o registro de tudo que ficou combinado.
Os números da sua unidade num lugar só: notas nas plataformas, faturamento, royalties e a próxima reunião.
O dinheiro da unidade: o que entra, o que sai e os royalties de cada mês.
Os cartazes da cozinha: abra, imprima, plastifique e cole na parede.
O cartaz que o licenciado vai imprimir e colar na cozinha. Envie em PDF sempre que puder — imprime melhor.
O material do mês, pronto para publicar: baixe a arte e copie a legenda com um clique.
A arte e a legenda que o licenciado vai baixar e publicar.
Trilhas de aprendizado para você gerir melhor o seu negócio — vídeos, materiais e passo a passo, no seu ritmo.
Os chamados dos licenciados, o assistente de IA da central e a base de conhecimento que alimenta as respostas automáticas.
Quem trabalha na central: administradores, consultores e marketing, com o que cada um enxerga no portal.
Os ajustes do portal.
Escolha o período, os dias da semana e os horários de cada dia. O portal cria todos de uma vez.
O faturamento e o royalty de cada marca no mês. O licenciado vê exatamente o que for salvo aqui.
A pessoa recebe o convite, cria a senha e já entra com o papel e os acessos definidos aqui.
Marque o que esta pessoa enxerga no portal. Administrador sempre vê tudo.
Este registro é o histórico da unidade. Qualquer gestor da rede abre isto para entender o que está sendo feito ali.
Estes números fecham a reunião. São eles que, daqui a seis meses, mostram se a nota caiu, se o ticket subiu e o que estava preocupando naquele mês.